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Agenda de Federer em São Paulo é total segredo
às 23h35 - por José Nilton Dalcim

Os patrocinadores da vinda de Roger Federer para o Brasil estão mantendo segredo absoluto sobre a agenda que o recordista de Grand Slam deverá cumprir em sua visita à cidade, entre quinta e domingo da próxima semana. O principal objetivo é evitar a tietagem inexorável que cerca o suíço em qualquer lugar do planeta.

Justamente esse detalhe deve forçar uma mudança de planos. Federer tinha a suíte presidencial reservada no hotel oficial do evento, no coração da avenida Paulista, mas é muito provável que ele se hospede em outro hotel de luxo da cidade. O suíço, na verdade, adota essa política em todos os torneios que disputa, ou seja, nunca fica no hotel óbvio, onde os fãs se concentram.

É também tido como certo que ele só virá acompanhado de seu agente Tony Godsick. Mirka e as gêmeas ficarão na Europa, já que a turnê de Roger inclui também Argentina e Colômbia e portanto terá pelo menos uma semana na região. 

Embora ainda não esteja confirmado, ele ficará em São Paulo até a segunda-feira - joga na quinta, sábado e domingo - e nos intervalos é que se concentrarão as atividades sociais. A P&G, dona da marca Gillette que patrocina Federer, planeja uma agenda farta, mas sem exagero.

Villa-Lobos - A Maricic já tem o patrocinador principal para o Aberto de São Paulo, tradicional torneio de início de temporada que acontece no Parque Villa-Lobos. Assim como no ano passado, o apoio master virá da EGA Solutions, empresa que também tem uma boa equipe de juvenis e profissionais. 

Com isso, foi confirmado o prêmio de US$ 125 mil, valendo pontos como US$ 150 mil, ou seja, pontuação máxima na categoria challenger do calendário masculino. Juliano Tavares avisa que não haverá jogadores contratados. A lista sai dia 10 de dezembro. O Aberto também terá um pré-quali na semana do Natal para 64 tenistas, com inscrições ainda abertas na Confederação.


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Upgrade
às 00h12 - por José Nilton Dalcim

Os muitos fãs do espanhol David Ferrer que me desculpem, mas o Federer Tour teve um 'upgrade' nesta quarta-feira, quando a organização anunciou que o alemão Tommy Haas virá ao ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, para enfrentar o suíço Roger Federer no dia 9 de dezembro, ou seja, dentro de 11 dias.

E por quê? Porque Haas está praticamente no finalzinho da carreira - que aliás já deveria ter terminado no ano passado, quando ele estava contundido e desmotivado - e é um daqueles últimos remanescentes do tênis intuitivo, regado a grandes voleios, slices, tática criativa e total habilidade. Um jogador emotivo, que detesta errar. Não fosse isso, certamente teria ficado bem mais tempo no topo do ranking, onde foi segundo colocado em outubro de 2002, mas depois viveu uma gangorra incrível e só ocupou o top 10 por outras 21 semanas.

Para completar o clima, será uma 'revanche' da incrível e inesperada vitória que o alemão de 34 anos impôs sobre Federer na grama de Halle, em junho, resultado diga-se votado no 'Melhores do Ano' como o mais improvável da temporada. O alemão também recebeu indicação dos próprios tenistas como 'o melhor retorno' de 2012, já que saiu do 206º para o 21º.

Mas o dia também foi de susto para os promotores. Thomaz Bellucci sentiu contusão no ombro esquerdo, abandonou o Challengers Finals e recebeu recomendação para ficar pelo menos cinco dias sem forçar a região. Ou seja, estará no limite de tempo para enfrentar Federer na próxima quinta-feira. O jogo, é claro, tem mais sabor de festa, porém todo mundo que for ao Ibirapuera gostará de ver competitividade.

A entrada de última hora de Thiago Alves acaba por deixar o torneio desta semana sem brasileiros, já que não há chance de o substituto atingir a semifinal de sexta-feira. Tomara que dê uma final entre Victor Hanescu e Adrian Ungur, que têm se destacado no piso sintético.

Buenos Aires - Quem quiser mesmo ver Ferrer e seu tênis de grande evolução em 2012 poderá dar um pulo a Buenos Aires em fevereiro. O número 5 confirmou presença no ATP 250 no saibro local, segundo divulgou a imprensa local nesta quarta-feira. O torneio promete: Juan Mónaco, Nicolás Almagro, Stanislas Wawrinka e David Nalbandian... Menos Juan Martin del Potro, mas isso não é novidade.


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Brasil Open no fim do ano? Em janeiro, a decisão.
às 19h24 - por José Nilton Dalcim

Muita discussão, muitas propostas na reunião que a Associação masculina realizou durante o Finals de Londres, último encontro da temporada entre promotores e dirigentes na tentativa de reorganizar o calendário a partir de 2014. As alternativas são tantas que a decisão ficou mesmo para janeiro, durante o Australian Open.

A proposta mais provável de ser aprovada é aquela que muda o circuito sul-americano (por enquanto de saibro) para o final da temporada 2014, após a realização do Finals de Londres, ou seja, em dezembro. A intenção da ATP é iniciar mais cedo a temporada 2015, algo como acontece na NBA do basquete profissional norte-americano ou o poderoso circuito de golfe da PGA.

Nessa proposta, os ATP 250 de Viña del Mar, São Paulo e Buenos Aires seriam realizados normalmente no próximo ano (como aliás já está oficializado no calendário divulgado) e pulariam depois para dezembro de 2014, junto ao novo ATP 500 do Rio de Janeiro. Acapulco será assim desintegrado do circuito e poderá trocar para o piso sintético já em 2013, uma vez que passaria a ser aquecimento para Indian Wells e Miami.

Um importante executivo brasileiro, vinculado a grande promotora, acredita que isso irá fortalecer os torneios sul-americanos, pois eles seriam disputados num período com concorrência menor e assim chamaria mais a atenção dos tenistas. Em suas próprias palavras, "a América do Sul é a bola da vez na ATP", que passaria a incentivar a região como fez há alguns anos com a turnê asiática. Para corroborar essa ideia, Bogotá está bem perto de adquirir os direitos do ATP 250 de Los Angeles.

Para completar o quadro favorável de mudanças, o Masters 1000 de Paris passaria para fevereiro e descolaria do Finals de Londres, o que é um efetivo problema. Outra possibilidade é adiar em sete ou 14 dias o Australian Open. O primeiro Grand Slam da temporada, que começa na terceira segunda-feira do calendário de hoje, sempre ganha muitas críticas por isso.

Nessa fase de arranjos, Wimbledon já anunciou que começará uma semana mais tarde a partir de 2015, ficando agora 21 dias distante da final de Roland Garros.


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Tênis sem visão, tênis sem quadra
às 11h33 - por José Nilton Dalcim

Tenho guardado há algumas semanas uma interessantíssima reportagem da agência de notícias AP, publicada no site Yahoo! americano. É uma história de arrepiar: imagine pessoas jogando tênis... sem ver!

Parece incrível, mas estudantes da Escola para Cegos da Califórnia, da cidade de Fremont, estão conseguindo tamanha proeza. Eles fazem parte de um grupo de três outras instituições para deficientes visuais que incluíram o tênis entre as atividades possíveis. Um grupo chamado 'Tennis Serves' promove a ação e pretende atingir todos os Esados Unidos, baseado num método criado pelos japoneses há mais de 30 anos.

"Eu não imaginava que alguém sem visão poderia jogar tênis", declarou um garoto de 16 anos, participante das aulas. Esse tênis especial é praticado numa quadra menor, com rede mais baixa e raquetes juvenis, com cabeças maiores e cabos mais curtos, de forma a ficar mais próximas da mão. Outro segredo é a bola, que contém uma peça metálica que emite som ao ser golpeada com a raquete ou tocar o chão. É permitido que haja até três quiques da bola.

"A coisa mais difícil é achar o timing do golpe", conta Sejal Vallabh, de apenas 17 anos e que fundou o 'Tennis Serves'. "O jogador tem que ouvir a bola, localizar sua posição e fazer o movimento na hora certa. Realmente é difícil". Sejal conta que conheceu o tênis para cegos numa viagem ao Japão para visitar os avós e achou aquilo tão espetacular que resolveu levar o sistema aos EUA. Ela já conseguiu introduzir o esporte em Watertown, Massachussets; Nova York e agora na Califórnia. Ao mesmo tempo, trabalha com estudantes de Engenharia da Harvey Mudd College para desenvolver uma bola que emita um "bip" contínuo para facilitar o jogo.

A Escola para Cegos da Califórnia tem cerca de 90 estudantes entre 5 e 22 anos e oferece oportunidade de várias modalidades adaptadas, como boliche, remo, natação, esqui no gelo e futebol. O tênis está sendo considerado o maior desafio devido à imposição visual que é natural do esporte. O garoto Sebastian, de 12 anos, dá o tom perfeito: "Quando ouvi falar sobre isso, não acreditei. Como uma pessoa que não enxerga poderia jogar tênis? Mas então eu compreendi que alguém sem visão pode fazer qualquer coisa que desejar".

Esforço em Londrina - Não menos emocionante e difícil é o trabalho solitário que Alexandre Gonçalves realiza em Londrina, no Paraná, conforme conta reportagem da TV Globo local. A criançada joga tênis num terreno de terra sem qualquer marcação ou alambrado, com cone e fita de sinalização em lugar da rede, mas com empenho e alegria.

Vale conferir a matéria e lembrar o fone do Alexandre para quem quiser dar uma ajuda, especialmente na confecção de um piso oficial para a quadra, além de rede, bolas e raquetes: (43) 8815-6126. Tenho certeza de que a Confederação e as marcas se sensibilizarão com isso.


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Crise no tênis espanhol
às 17h19 - por José Nilton Dalcim

A Espanha continua uma das grandes forças do tênis masculino e, apesar de não ter mais nomes fortes no ranking feminino, ainda produz jogadoras em quantidade significativa. Mas o tênis espanhol está em crise, segundo artigo publicado pelo jornal 'Marca', que reproduzo abaixo de forma resumida:

"A crise econômica que golpeia a Espanha está afetando diretamente o tênis e principalmente um dos pontos mais delicados: a estrutura dos torneios de base, que são tão importantes para os jogadores mais jovens.

O calendário de torneios de nível ITF, os futures e challengers femininos, vinha se mantendo nos últimos anos, mas viu uma queda vertiginosa em 2012, que é alarmante. Em 2009, existiam 68 torneios de base, que subiram para 69 na temporada seguida e chegaram a 72 em 2011. Mas nesta temporada, perdeu quase a metade, caindo para 46, ou seja, apenas 64% do calendário anterior.

A recessão afeta em maior grau os torneios femininos. Os ITF para os rapazes cairam de 39 para 29, mas os das meninas foram de 33 para 17. A premiação diminuiu ainda mais. No ano passado, os campeonatos femininos totalizavam 397 mil euros e desta vez não passaram de 165 mil, que são menos da metade. Isso quer dizer que os torneios que conseguiram se manter tiveram de reduzir a premiação.

Entre os que deixaram de ser promovidos, estão alguns muito tradicionais, como o de Monzón, sem falar a perda do WTA de Marbella (que foi vendido para o Brasil). Comunidades como Castilla y León, Canarias, Extremadura e Aragón ficaram sem torneios. Regiões importantes estão mais vazias: Madri caiu de 14 para sete e a Catalunha, de 20 para 13.

Os motivos principais são a retração da publicidade, reflexo direto da crise econômica generalizada, e a redução drástica dos recursos oficiais, em todos os níveis, já que muitos desses campeonatos contavam com fundamental apoio municipal. A Federação, por sua vez, tem sentido uma progressiva queda de arrecadação.

Boa parte da arrancada do tênis espanhol nas últimas duas década teve como pilar o calendário amplo, que permitiu aos tenistas nacionais ganharem experiência e pontos no ranking dentro de casa. É de capital importância que esta estrutura não desapareça".

Aliás, a premissa serve muito para nós.


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Fim de semana emocionante
às 19h41 - por José Nilton Dalcim

Para quem gosta de tênis, o final de semana foi um espetáculo. A decisão da Copa Davis teve jogos de bom nível e mostrou o equilíbrio esperado, com uma partida final de levantar qualquer um da cadeira. No Rio de Janeiro, o amistoso entre Novak Djokovic e Gustavo Kuerten teve não só uma partida com ótimas jogadas, mas também brincadeiras inteligentes e enorme interação do público.

A República Tcheca merecia mesmo ganhar uma Copa Davis antes da aposentadoria de Radek Stepanek. O rapaz não é dos tenistas mais simpáticos do circuito, mas é um verdadeiro dinossauro. Provavelmente único tenista ainda a atuar com camisa para dentro do calção, representa aquele tênis instintivo e criativo que está em extinção nas quadras. Mais ainda, permitiu que Tomas Berdych, que vem jogando de forma primorosa em todos os pisos há algum tempo, também virasse herói.

É um fato bem raro no tênis atual um país conquistar a Davis com apenas dois jogadores, um contrasenso diante de potências cheia de alternativas como Espanha, França, Argentina e Estados Unidos. Ainda mais com dois homens com estilos bem diferentes, mas que se adaptam incrivelmente bem ao saibro ou ao piso mais rápido, às simples e a dupla, e com fôlego para tudo isso. Stepanek, aos 34 anos, superou o fôlego de elefante de Nicolás Almagro contando unicamente com a variedade de seus golpes e a sutileza de sua técnica.

Importantíssimo lembrar que os tchecos têm um histórico de incrível qualidade no tênis profissional. Possuem nada menos que dois dos maiores nomes da história: Ivan Lendl e Martina Navratilova, que acima de tudo revolucionaram totalmente o esporte. Sem falar em um punhado de nomes que tiveram resultados expressivos, como Jan Kodes, Jiri Novak, Petr Korda, Petra Kvitova e Jana Novotna.

Não tenho a menor dúvida que, se a Espanha contasse com Rafael Nadal somado à espetacular fase de David Ferrer, dificilmente teria ficado sem o sexto troféu da competição. Mas os tchecos mereciam a festa em casa, diante de 14 mil espectadores que torceram ao melhor estilo latino. Essa é a Davis.

Já no Maracanãzinho, Nole e Guga protagonizaram um evento que eu próprio não imaginava que seria tão imponente. Claro que ambos, com seu gigantesco carisma, contribuíram de forma decisiva para isso. Ainda que não tenha mais pernas para acompanhar o número 1 e que a força física do tênis atual já coloque um hiato bem acentuado ao tênis que Guga viveu uma década atrás, é incrivelmente delicioso rever o backhand de uma mão que foi a marca registrada do nosso maior ídolo.

Os dois também souberam dosar descontração com bom tênis. Surpreendendo os que pediam para que imitasse Sharapova, o bom senso de Nole fez com que ele imitasse o próprio adversário, a quem homenageou mais duas vezes: com a camiseta pintada nas costas e ainda mais ao participar do coro de 10 mil vozes ao canto de "Gu-ga, Gu-ga", ao que se seguiu o coração no saibro. Duvido que você não tenha ficado arrepiado.


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O número 1 entre nós
às 20h59 - por José Nilton Dalcim

Novak Djokovic chegou. Disparando sorrisos para todos os lados, o lider do ranking mundial e principal tenista do circuito nos últimos dois anos já cumpriu extensa agenda nesta sexta-feira no Rio de Janeiro, onde no sábado fará uma partida contra Guga Kuerten.

Sheila Vieira está no Rio, onde acompanha os passos de Nole para o TenisBrasil, e me conta algumas passagens curiosas dos bastidores, aquele tipo de coisa que a gente vê mas raramente escreve sobre elas.

Na primeira aparição oficial de Djokovic, para a coletiva, sobrou bom humor entre ele e Guga. O catarinense, como não podia deixar de ser, está encantado com a presença do melhor do mundo por aqui. E ninguém melhor que um ex-líder para sentir o quanto isso pesa.

O ex-camisa 10 do Flamengo, Dejan Petkovic, que usou toda sua influência diante do compatriota para trazê-lo pela primeira vez para cá, virou quase um assessor de Djokovic, inclusive como intermediário para a imprensa. Afinal, muitos ali não falavam Inglês.

A coletiva foi divertida, mas não deixou de ter aqueles perguntinhas deslocadas. Como a inevitável "o que o Brasil precisa para ter um novo Guga" ou, pior ainda, quando pediram para Nole falar o que acha de Thomaz Bellucci. "Ele tem uma atitude muito positiva e confiante em quadra", definiu, sem ficar vermelho. Esse vai ser presidente mesmo um dia.

De lá, os dois foram para a Rocinha para inaugurar a quadra pública de tênis. Caminho árduo. Montaram a quadra lá em cima do morro, difícil até para o pessoal da comunidade. Bom, tenista precisa mesmo de panturrilha grossa. A comitiva chegou em carros chiques, filmados, mas a segurança não era das melhores e rapidamente foram cercados por muita gente.

Claro que o pessoal conhecia muito mais o Petkovic do que os tenistas. Tudo bem. Entraram pela portinha, cortaram o laço de inauguração e bateram 10 minutos de bola com as crianças, contando com a presença de Fabiano de Paula - que nasceu e mora na Rocinha - e Marcelo Demoliner. Djokovic de roupa civil e tudo o mais.

Aí foram para o meio do local e a secretária de esporte Márcia Lins prometeu quadras de tênis em todas as comunidades. Todo mundo fingiu que acreditou. Tiraram a cobertura de uma placa, marcando a inaguraçao, e ficaram se abraçando, rindo e posando para fotos. Na saída, foram cercados de novo e se dirigiram para conhecer o Parque Botânico.

E acabou a parte oficial e pública da agenda de Djokovic desta sexta-feira. Haveria ainda um jantar para convidados especiais, enquanto Guga se mandou para o Maracanãzinho bater bola com o Fabiano. Está levando a sério, como só se poderia esperar dele. Nada foi divulgado sobre o sábado de Nole, até porque o único compromisso para valer é o jogo das 18h30. Então, fique esperto. Quem sabe você não cruza com ele jogando frescobol em Ipanema.

Copa Davis - Lógica absoluta no primeiro dia do duelo que decide a Copa Davis. David Ferrer sobrou para cima de Radek Stepanek e Tomas Berdych engoliu suas palavras e teve trabalho árduo para derrotar o desafeto Nicolás Almagro.

Por isso mesmo, o jogo entre os dois números 1, no domingo, promete ser excelente. Antes disso, no entanto, a dupla é decisiva e colocará a pressão inevitável sobre um deles. Importante lembrar que Berdych será exigido ao máximo: último jogo de sexta, dupla e primeiro do domingo. Ele diz não se importar: "Aguento nove, dez horas se for preciso".


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